Quem somos · A família
Desde 1888: quatro gerações, um só nome na porta
Um ofício de família, contado com simplicidade: quatro Carroll, de pai para filho, desde 1888, e uma mesa redonda onde cada geração seguinte o aprendeu.
A linhagem
Anthony Carroll, inscrito em 1888 · Edmund Carroll, 1923 · Brian Carroll, 1964 · Colin Carroll, 2007: de pai para filho, cada um formado no escritório da família, uma linha ininterrupta de solicitors (advogados na Irlanda) em exercício que se aproxima de um século e meio. Cada inscrição pode ser verificada na fonte, na nossa página dos registos; esta página é a parte que os registos não guardam.



A mesa redonda

O Colin costuma dizer que se tornou advogado por volta dos dez anos: não por ser um prodígio, mas por uma questão de educação. A mesa de jantar da família era redonda e, à sua volta, em qualquer refeição, sentavam-se advogados de várias gerações: o avô, o pai, uma tia, um tio; a irmã viria também a seguir a profissão. Noutras famílias falava-se do tempo; nesta discutiam-se questões de direito, e ninguém era dispensado por ter dez anos. Numa mesa redonda todos veem todos os rostos, ninguém se senta à cabeceira, e uma discussão pode ter-se como deve ser; e depois o jantar continua.
Foi a essa mesa que se transmitiu a grande lição do ofício: a verdadeira competência de um advogado está na secretária (no raciocínio, na persuasão, na resolução do assunto), e não nos corredores dos tribunais. Três gerações de advocacia de província tinham ensinado à família que uma vitória em tribunal num assunto de família nunca sabe bem a vitória, e que o mais generoso que um advogado pode fazer é ajudar as pessoas a resolver cedo e a poupar o tempo das suas vidas.
O ofício
O valor de um escritório de província mede-se pela confiança que guarda. Durante mais de um século, o escritório da família serviu famílias de agricultores, comerciantes e aldeias através de todas as mudanças que a história irlandesa trouxe: testamentos, terras, desacordos resolvidos antes de endurecerem, assuntos encerrados para que a vida pudesse seguir. Uma confiança que resiste a todas as divisões nunca foi um slogan nesta família; foi o hábito diário de quatro gerações, e é exatamente aquilo de que vive hoje uma prática transfronteiriça.
A quarta geração
Colin Carroll levou o ofício da família mais longe do que Fermoy podia imaginar: qualificou-se na Irlanda (2007) e em Inglaterra e no País de Gales (2010), e é hoje advogado europeu inscrito em Portugal, Espanha, Itália e França, o primeiro Carroll a levar o nome aos registos de mais quatro países. A secretária mudou de lugar; o princípio do papel timbrado não: o nome do advogado no documento, e a responsabilidade pessoal por ele. Conheça o Colin · consulte cada registo.
Como funciona hoje o ofício da família
Como trabalhamos, e quem faz o seu trabalho numa herança em Espanha, Portugal, França ou Itália
Quem trata do seu processo, e como: um advogado regulado e responsável, a trabalhar à distância em primeiro lugar, por honorários fixos publicados.
Ler o guia →
Para quem atuamos: para si, ou para todos os que herdam?
Porque é que uma herança no estrangeiro precisa de que todos os herdeiros atuem, quem nos mandata, e como os herdeiros se juntam por procuração.
Ler o guia →